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Especial

Rakin fala sobre ambições com a Liquid e desenvolvimento do VALORANT

Streamer da Team Liquid falou sobre os erros e acertos da Riot Games com o LoL e VALORANT

A Team Liquid é uma das maiores organizações do mundo com diversos times e influenciadores por vários países. Durante a CCXP22, o VALORANT Zone conversou com Rafael “Rakin” Knittel, streamer e criador de conteúdo da cavalaria sobre os planos para 2023, evolução do FPS, erros e acertos da Riot Games e mais.

O streamer que já foi jogador de League of Legends pela CNB, acompanhou a evolução tanto do MOBA quanto do VALORANT, já que no lançamento do FPS, o influenciador já fazia parte da equipe de criação de conteúdo da Team Liquid, e foi um dos primeiros a testar o VALORANT. O ex-jogador falou um pouco sobre a história dos dois jogos da Riot.

“É muito legal porque foram crescimentos diferentes do jeito que eles foram, sabe? A gente vê o LoL no Brasil, que chegou em uma época que os esports não é o que conhecemos hoje. A gente não via um Allianz Park cheio, não via investimento que os esports tinham e o VALORANT chegou quando o esports já estava mais consolidado. E assim que o VALORANT chegou, o Brasil ser campeão mundial tão cedo também foi um passo muito grande e marcante pro Brasil em si como um país que é muito apaixonado pelo esports. A gente tem muito torcedor e ter um time campeão brasileiro faz com que tenha mais investimento, mais visibilidade, tenha mais fomentação do próprio cenário. E ter acompanhado de perto as duas vertentes assim, dois crescimentos completamente diferentes, mas ‘dahora’ demais pro Brasil, é muito gratificante”.

Uma das maiores questões do competitivo do LoL, foi a ausência de um campeonato feminino. Depois de 12 anos, a Riot Games anunciou um torneio oficial voltado para o cenário feminino e LGBTQIA+, o Ignis Cup. Rakin comentou essa falta de inclusão no MOBA, mas que não teve no VALORANT, que conta com o projeto Game Changers.

“Eles aprenderam com os erros né, eu acho que o maior erro foi não ter essas duas ligas desde o começo então com o VALORANT eles meio que já aprenderam com o erro deles. No LoL, eles remediaram depois de um tempo, botaram a liga feminina e no VALORANT já começaram com o pé direito. Acho que foi realmente aprendendo com os erros e aprendendo o quão importante é o cenário feminino também no VALORANT“, afirmou Rakin.

Na Liquid desde 2018, o streamer já fez parte de vários quadros da organização além de trazer inúmeros conteúdos para os fãs. Questionado quais serão os planos para 2023, Rakin comentou que já mandou algumas ideias para a cavalaria.

“Já cheguei a mandar ideia pra Liquid pra trabalhar internamente com eles indo pra vários campeonatos, bora ver se isso desenvolve, mas atualmente o meu projeto é continuar (com os planos) que já tenho e pegar ‘high elo’ em todos os jogos. É uma brincadeira que estou fazendo que é ‘tryhard’ tipo pegar Challenger no LoL, no TFT, Radiante no VALORANT, pegar high elo e ir pro próximo. No momento eu quero me desafiar com isso. Antigamente eu sentia que era mais jovem e era mais fácil, hoje o dia o bicho tá pegando porque eu estou um pouquinho mais velho, mas acho que eu ainda consigo. É pra eu me desafiar e manter uma rotina, não jogar um jogo só por jogar, é pra realmente ser bom, era o que eu gostava de fazer e ser bom. Eu quero voltar pra essas raízes.”

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